35,378km
MEIOS DE UTILIZAÇÃO PERMITIDOS E DISPONIBILIZADOS NESTA ECOPISTA

Regressar ao Percurso de Torre de Moncorvo, da Ecopista da Linha do Sabor
 
CAMINHADA BICICLETA CAVALO
+ A utilização da Ecopista como rota turística, ecológica e desportiva, está vocacionada para passeios pedonais, cicloturisticos, equestres e similares, não se admitindo o trânsito de veículos motorizados.
 
VEÍCULOS
MOTORIZADOS
- Não é permitida a circulação de veículos motorizados.
 
RIOS PONTOS DE
INTERESSE
PATRIMÓNIO
FERROVIÁRIO
MUSEU MONUMENTOS CASTELOS MINAS PATRIMÓNIO
RELIGIOSO
BARRAGEM ALBUFEIRA PESCA MIRADOUROS DESCANSO ÁGUA PAPELEIRAS ESTACIONAMENTO
ILUMINAÇÃO INFORMAÇÃO MARCO
QUILOMÉTRICO
ZONA
VINÍCOLA
BAR ESTACIONAMENTO
+ Este Percurso, de Torre de Moncorvo, começa muito próximo da Estação CP do Pocinho e da Barragem EDP do Pocinho. Óptimas dicas de visita! De um lado, o secular e bonito património ferroviário que ainda se mantém no activo, com a Linha do Douro a transportar os turistas entre a cidade do Porto e o Alto Douro Vinhateiro. Do outro lado, a arquitectura industrial moderna no aproveitamento hidroeléctrico da força motriz do Douro, que nos impressiona pela sua grandiosidade.

+ O início da Ecopista acontece na margem direita do Rio Douro, na Ponte Rodoferroviária do Pocinho. Ponte metálica mista, com dois tabuleiros sobrepostos, o inferior para circulação automóvel e o superior para a Linha do Sabor. Com cerca de 262 metros de comprimento, fazia a ligação entre o Pocinho, Vila Nova de Foz Coa – Distrito da Guarda e, Torre de Moncorvo – Distrito de Bragança. Foi inaugurada no dia 4 de Julho de 1909.

+ Nos primeiros quilómetros, desde o Pocinho, o Percurso acompanha de perto a margem direita do Rio Douro, para depois acompanhar de um pouco mais distante, a margem esquerda do Rio Sabor.

+ Logo aos cinco quilómetros da Ecopista, vai encontrar, numa curva apertada, o que resta do antigo edifício do Apeadeiro CP da Gricha, que era utilizado como paragem técnica. Pois, como a Linha do Sabor sobe continuamente ao longo de cerca de 11 quilómetros, entre o Pocinho e Torre de Moncorvo, era aqui, no Apeadeiro da Gricha, que os maquinistas aproveitavam para imobilizar o comboio durante algum tempo, e ganhar pressão nas caldeiras de vapor, que iriam impulsionar a locomotiva para o resto da subida.

+ Chegados à Vila de Torre de Moncorvo, sede de Concelho, não faltam pontos de interesse para uma pausa e muitas visitas. Desde logo o Museu do Ferro e da Região de Moncorvo, que evoca a longa herança mineira e metalúrgica que é a identidade desta região. Mas também o interessante património histórico, com destaque para o Castelo de Torre de Moncorvo e, o também vasto património religioso, realçando a Igreja de Nossa Senhora da Assunção, Matriz de Torre de Moncorvo e Monumento Nacional. A gastronomia e os vinhos do Alto Douro.

+ Continuando a nossa digressão, vamos passar na Quinta da Água e, logo a seguir, na Recta do Convento, o Carmelo da Sagrada Família, de Torre de Moncorvo. Segue-se a Aldeia de Larinho e o Miradouro do Carvalhal.

+ Logo depois, a Ecopista serpenteia entre as Aldeias de Felgar e Souto da Velha, a Norte, e o sopé da Serra do Reboredo e de Mua, a Sul. Na Aldeia de Felgar não deixe de visitar a Capela de Santa Bárbara, padroeira dos mineiros, Imóvel de Interesse Público, construída sobre um depósito de escórias de fundição de ferro. Ainda em Felgar, visite o Chafariz da Aldeia, a Fonte do Vale e o Santuário de Nossa Senhora do Amparo. Nas serras do Reboredo e de Mua encontra as antigas minas de ferro da Carvalhosa e do Cabeço da Mua, donde se extraía o minério que justificava esta Linha Ferroviária.

+ Depois das Minas, vêm a Albufeira Vale de Ferreiros e a Aldeia de Mós. Aldeia Medieval, com o Pelourinho, a Fonte Românica, os Cruzeiros, o Castelo Medieval de Mós - Imóvel de Interesse Público, e a Calçada Medieval de Mós que fazia a ligação entre Mós e Freixo de Espada à Cinta.

+ Por fim, a Aldeia de Carviçais - famosa pelo seu Festival Rock anual, onde, um pouco mais à frente, termina este Percurso da Ecopista.

+ Algum do antigo património ferroviário foi reabilitado e colocado ao serviço das populações locais e dos utilizadores da Ecopista, como é o caso dos edifícios das antigas Estações CP de Torre de Moncorvo e de Larinho e, os edifícios dos antigos Apeadeiros CP da Quinta da Água, de Zimbro, de Lamelas e da Quinta Nova.

+ Nas zonas urbanas, o Percurso está munido de iluminação pública e, em toda a extensão da Ecopista existem diversos pontos de descanso e contemplação, bem como alguns Miradouros sobre o Vale do Sabor, com a implementação de mobiliário urbano adequado e pontos de água.

+ Em 2009, os Municípios de Torre de Moncorvo e de Vila Nova de Foz Côa pediram a classificação da Ponte Rodoferroviária do Pocinho como Património Nacional, não só devido ao seu valor patrimonial, como também ao interesse em prolongar a Ecopista do Sabor até ao Pocinho.

+ Sempre que a geografia do terreno o exige, a Ecopista está balizada com elementos de madeira, para proteção de todos. Ao longo de todo o Percurso irá deparar-se com numerosos sinais e painéis informativos, bem como marcos quilométricos, que o situam devidamente e lhe oferecem opções de caminho.

+ Boas Pedaladas!

 
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